Se eu quisesse compromisso, seriedade, esse seria o último lugar que eu estaria. Parece frio falar assim, mas acho que todos concordam. Se o foco fosse algo concreto, algum status de "relacionamento", eu estaria longe.
O que engloba "isso" não são essas convenções, mas sim "segurança". Fazer terapia me proporciona saber o que eu busco nas minhas relações e muitas vezes são coisas específicas, traços da minha personalidade implícitos no modo de me relacionar. Onde eu quero chegar? Simples. Não é questão de "querer coisa séria", a questão é a segurança que isso me proporciona. Há ali fatores os quais não seriam desenvolvidos se não houvesse segurança, se eu não me sentisse segura. É conhecido, é sob controle, teoricamente, não assusta. Não é novo, é o velho visto de outro ângulo, adquirindo novas formas.
E é por isso que eu ainda estou aqui. Embora já tenha pensado várias vezes em sair, procurar outra segurança, nunca saio de fato. No máximo, uns passos para o lado. Mas isso não é porque causa dependência, é justamente o contrário. Por dar aquela incerteza, por sentir o gosto da liberdade e vivê-la, com o adicional de ter sempre alguém do lado. Seja para o que for. Não é só sentimental, mas muito menos só físico. Sigularidade alcançada com esforço e naturalidade, por mais contraditório que seja. Qual é a vantagem de ficar só longe se essa proximidade sem amarras é muito mais interessante?
Claro que as vezes parece um tanto vazio quando se analisa um fato isolado ou uma atitude em determinada circunstância, mas é justamente o "não avaliar" superficialmente. Não adianta, é diferente. Se fosse igual não teria tanta graça e muitos menos seria tão envolvente.
Conclusão? A mais simples possível: o retorno é válido, o envolvimento é válido. Não tenho por que, nem vontade, de abrir mão disso agora. Posso ter amanhã, óbvio. Afinal, é tudo muito incerto. Mas a atual situação é a de aproveitar isso e tudo que isso pode oferecer. Seja lá em qual sentido. Não é por acaso que estamos aqui. Não é por acaso que isso "brilhou". E muito menos por comodidade que eu não vou embora (muito pelo contrário).
Pretensão,
"e não vai achar em nenhum lugar encaixe tão complexo assim"
teimosia,
"fugir é se entregar, vou relutar até o fim. se aproximar, melhor se render. é certo que o meu vício é te envolver"
e por incrível que pareça, uma pitada de certeza.
"ho ho hopefully this holiday will make us believe that. we're exactly where we're supposed to be and we're ho ho hoping that. we all come back and as matter or fact, I know"
O que engloba "isso" não são essas convenções, mas sim "segurança". Fazer terapia me proporciona saber o que eu busco nas minhas relações e muitas vezes são coisas específicas, traços da minha personalidade implícitos no modo de me relacionar. Onde eu quero chegar? Simples. Não é questão de "querer coisa séria", a questão é a segurança que isso me proporciona. Há ali fatores os quais não seriam desenvolvidos se não houvesse segurança, se eu não me sentisse segura. É conhecido, é sob controle, teoricamente, não assusta. Não é novo, é o velho visto de outro ângulo, adquirindo novas formas.
E é por isso que eu ainda estou aqui. Embora já tenha pensado várias vezes em sair, procurar outra segurança, nunca saio de fato. No máximo, uns passos para o lado. Mas isso não é porque causa dependência, é justamente o contrário. Por dar aquela incerteza, por sentir o gosto da liberdade e vivê-la, com o adicional de ter sempre alguém do lado. Seja para o que for. Não é só sentimental, mas muito menos só físico. Sigularidade alcançada com esforço e naturalidade, por mais contraditório que seja. Qual é a vantagem de ficar só longe se essa proximidade sem amarras é muito mais interessante?
Claro que as vezes parece um tanto vazio quando se analisa um fato isolado ou uma atitude em determinada circunstância, mas é justamente o "não avaliar" superficialmente. Não adianta, é diferente. Se fosse igual não teria tanta graça e muitos menos seria tão envolvente.
Conclusão? A mais simples possível: o retorno é válido, o envolvimento é válido. Não tenho por que, nem vontade, de abrir mão disso agora. Posso ter amanhã, óbvio. Afinal, é tudo muito incerto. Mas a atual situação é a de aproveitar isso e tudo que isso pode oferecer. Seja lá em qual sentido. Não é por acaso que estamos aqui. Não é por acaso que isso "brilhou". E muito menos por comodidade que eu não vou embora (muito pelo contrário).
Pretensão,
"e não vai achar em nenhum lugar encaixe tão complexo assim"
teimosia,
"fugir é se entregar, vou relutar até o fim. se aproximar, melhor se render. é certo que o meu vício é te envolver"
e por incrível que pareça, uma pitada de certeza.
"ho ho hopefully this holiday will make us believe that. we're exactly where we're supposed to be and we're ho ho hoping that. we all come back and as matter or fact, I know"
