Estava eu ontem em minha cama, apreensiva, afinal, teria prova de matemática hoje. Estava agoniada, não conseguiria dormir tão cedo. Peguei meu mp4 (melhor compra do ano, certo) e comecei a ouvir música. Mas não qualquer música. Comecei a ouvir McFly. Coloquei na pasta mais escutada do meu querido aparelho que agora não sai mais de perto de mim. Fui me acalmando, acalmando, até que comecei a bocejar. Adormeci.
Estava eu hoje, após a prova de matemática, completamente frustrada. Depois de estudar química com o Mateus, peguei o ônibus rumo a minha querida casa. No ônibus, ainda pensando sobre a maldita prova e como eu era burra para exatas, peguei meu aparelho novamente. Fui para casa ouvindo McFly. Quando vi, me perdi em pensamentos, mas dessa vez, bons.
Cheguei a seguinte conclusão: McFly, para mim, é música para qualquer ocasião. Seja quando for. Posso estar de ótimo humor, péssimo humor, triste de verdade, nostálgica, ou simplesmente com vontade de ouvir música. É simples, porém, enorme. Incrível e banal.
Mas não é só quem gosta de McFly que sente isso, não é esse o meu objetivo. E, sim, refletir sobre o poder da música na vida das pessoas. Ok, eu não entendo nada de música na prática, sabe, instrumentos, sons, qualidade e blábláblá. Eu entendo de música pelo coração. Eu ouço. Gostei? Seja o que for, eu vou ouvir. Não gostei? Passa batido. Mas as que tu sente, as que tu não consegue ficar sem ouvir, muitas vezes por um diazinho, é a questão. Aquelas que traduzem momentos de uma forma inexplicável. As trilhas sonoras da vida, sabe? É difícil, pensando, achar uma música que defina tal momento da tua vida, ou tal pessoa, mas quando tu menos espera, ouve uma música e sente. Sente o quê? "É essa". Eu posso ser louca, maluca, completamente fora da casinha. Mas eu sinto isso. E, nossa, é sempre!
Eu adoro música. Confesso que não sou eclética. Podem me xingar, mas eu não consigo. Mas quando eu gosto da música, eu gosto. E, simplesmente, não estou nem aí para o que possam pensar. Não tenho vergonha das músicas que eu gosto, nunca tive. Por isso que eu dou um conselho, do fundo do meu coração: esqueçam a opinião dos outros e todos se sintam livres para gostar e ouvir o que bem entender. Acho música fundamental na vida de alguém. Mas, mais fundamental que a própria música, é ter a liberdade de escolher o que ouvir sem sofrer preconceito.
Estou ouvindo McFly escrevendo isso. Para variar só um pouquinho. E como me faz bem. Nossa, não tem explicação. É realmente sentir a música. Para mim, é completamente terapêutico. Nunca vou cansar de agradecer a Jubi por me apresentar a melhor banda do mundo. E por compartilhar momentos perfeitos (com ela, óbvio) por causa dessa banda.
Música... O remédio para tudo, sem dúvida. E se não for o remédio, é a melhor conselheira.
lies, lies, lies...
Estava eu hoje, após a prova de matemática, completamente frustrada. Depois de estudar química com o Mateus, peguei o ônibus rumo a minha querida casa. No ônibus, ainda pensando sobre a maldita prova e como eu era burra para exatas, peguei meu aparelho novamente. Fui para casa ouvindo McFly. Quando vi, me perdi em pensamentos, mas dessa vez, bons.
Cheguei a seguinte conclusão: McFly, para mim, é música para qualquer ocasião. Seja quando for. Posso estar de ótimo humor, péssimo humor, triste de verdade, nostálgica, ou simplesmente com vontade de ouvir música. É simples, porém, enorme. Incrível e banal.
Mas não é só quem gosta de McFly que sente isso, não é esse o meu objetivo. E, sim, refletir sobre o poder da música na vida das pessoas. Ok, eu não entendo nada de música na prática, sabe, instrumentos, sons, qualidade e blábláblá. Eu entendo de música pelo coração. Eu ouço. Gostei? Seja o que for, eu vou ouvir. Não gostei? Passa batido. Mas as que tu sente, as que tu não consegue ficar sem ouvir, muitas vezes por um diazinho, é a questão. Aquelas que traduzem momentos de uma forma inexplicável. As trilhas sonoras da vida, sabe? É difícil, pensando, achar uma música que defina tal momento da tua vida, ou tal pessoa, mas quando tu menos espera, ouve uma música e sente. Sente o quê? "É essa". Eu posso ser louca, maluca, completamente fora da casinha. Mas eu sinto isso. E, nossa, é sempre!
Eu adoro música. Confesso que não sou eclética. Podem me xingar, mas eu não consigo. Mas quando eu gosto da música, eu gosto. E, simplesmente, não estou nem aí para o que possam pensar. Não tenho vergonha das músicas que eu gosto, nunca tive. Por isso que eu dou um conselho, do fundo do meu coração: esqueçam a opinião dos outros e todos se sintam livres para gostar e ouvir o que bem entender. Acho música fundamental na vida de alguém. Mas, mais fundamental que a própria música, é ter a liberdade de escolher o que ouvir sem sofrer preconceito.
Estou ouvindo McFly escrevendo isso. Para variar só um pouquinho. E como me faz bem. Nossa, não tem explicação. É realmente sentir a música. Para mim, é completamente terapêutico. Nunca vou cansar de agradecer a Jubi por me apresentar a melhor banda do mundo. E por compartilhar momentos perfeitos (com ela, óbvio) por causa dessa banda.
Música... O remédio para tudo, sem dúvida. E se não for o remédio, é a melhor conselheira.
lies, lies, lies...

1 comentários:
muuuuito bom.
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