quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

all about you

Estava eu ontem em minha cama, apreensiva, afinal, teria prova de matemática hoje. Estava agoniada, não conseguiria dormir tão cedo. Peguei meu mp4 (melhor compra do ano, certo) e comecei a ouvir música. Mas não qualquer música. Comecei a ouvir McFly. Coloquei na pasta mais escutada do meu querido aparelho que agora não sai mais de perto de mim. Fui me acalmando, acalmando, até que comecei a bocejar. Adormeci.
Estava eu hoje, após a prova de matemática, completamente frustrada. Depois de estudar química com o Mateus, peguei o ônibus rumo a minha querida casa. No ônibus, ainda pensando sobre a maldita prova e como eu era burra para exatas, peguei meu aparelho novamente. Fui para casa ouvindo McFly. Quando vi, me perdi em pensamentos, mas dessa vez, bons.
Cheguei a seguinte conclusão: McFly, para mim, é música para qualquer ocasião. Seja quando for. Posso estar de ótimo humor, péssimo humor, triste de verdade, nostálgica, ou simplesmente com vontade de ouvir música. É simples, porém, enorme. Incrível e banal.
Mas não é só quem gosta de McFly que sente isso, não é esse o meu objetivo. E, sim, refletir sobre o poder da música na vida das pessoas. Ok, eu não entendo nada de música na prática, sabe, instrumentos, sons, qualidade e blábláblá. Eu entendo de música pelo coração. Eu ouço. Gostei? Seja o que for, eu vou ouvir. Não gostei? Passa batido. Mas as que tu sente, as que tu não consegue ficar sem ouvir, muitas vezes por um diazinho, é a questão. Aquelas que traduzem momentos de uma forma inexplicável. As trilhas sonoras da vida, sabe? É difícil, pensando, achar uma música que defina tal momento da tua vida, ou tal pessoa, mas quando tu menos espera, ouve uma música e sente. Sente o quê? "É essa". Eu posso ser louca, maluca, completamente fora da casinha. Mas eu sinto isso. E, nossa, é sempre!
Eu adoro música. Confesso que não sou eclética. Podem me xingar, mas eu não consigo. Mas quando eu gosto da música, eu gosto. E, simplesmente, não estou nem aí para o que possam pensar. Não tenho vergonha das músicas que eu gosto, nunca tive. Por isso que eu dou um conselho, do fundo do meu coração: esqueçam a opinião dos outros e todos se sintam livres para gostar e ouvir o que bem entender. Acho música fundamental na vida de alguém. Mas, mais fundamental que a própria música, é ter a liberdade de escolher o que ouvir sem sofrer preconceito.
Estou ouvindo McFly escrevendo isso. Para variar só um pouquinho. E como me faz bem. Nossa, não tem explicação. É realmente sentir a música. Para mim, é completamente terapêutico. Nunca vou cansar de agradecer a Jubi por me apresentar a melhor banda do mundo. E por compartilhar momentos perfeitos (com ela, óbvio) por causa dessa banda.
Música... O remédio para tudo, sem dúvida. E se não for o remédio, é a melhor conselheira.

lies, lies, lies...